O velho que lia romances de amor / Luís Sepúlveda ; trad. Pedro Tamen
Idioma: Português.País: Portugal.Menção da edição: 8ª edPublicação: Porto : Asa, 1996Descrição: 110 p. ; 20 cmISBN: 972-41-1336-1.Coleção: Pequenos prazeresResumo: Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis. Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias. Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana.Assunto - Nome comum: Literatura chilena | Romance| Tipo de documento | Localização | Biblioteca de inscrição | Cota | Número de inventário | Estado | Data de devolução | Código de barras |
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Biblioteca Municipal de Lagoa | Biblioteca Municipal de Lagoa | 8E-3 SEP (Ver prateleira) | 12084 | Disponível | d00000003053 | |
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Biblioteca Municipal de Lagoa | Biblioteca Municipal de Lagoa | 8E-3 SEP (Ver prateleira) | 40589 | Disponível | d00000007335 |
O nº 40589 é 19ª edição de 2002
Antonio José Bolívar Proaño vive em El Idilio, um lugar remoto na região amazónica dos índios shuar, com quem aprendeu a conhecer a selva e as suas leis, a respeitar os animais que a povoam, mas também a caçar e descobrir os trilhos mais indecifráveis.
Um certo dia resolve começar a ler, com paixão, os romances de amor que, duas vezes por ano, lhe leva o dentista Rubicundo Loachamín, para ocupar as solitárias noites equatoriais da sua velhice anunciada. Com eles, procura alhear-se da fanfarronice estúpida desses "gringos" e garimpeiros que julgam dominar a selva porque chegam armados até aos dentes, mas que não sabem enfrentar uma fera a quem mataram as crias.
Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proaño há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luis Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana
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