A casa amarela / Sofia Isabel Vieira ; il. Geandra Lipa
Idioma: Português.País: Portugal.Publicação: Alcochete : Alfarroba, 2019Descrição: [20] p. : il. ; 22 cmISBN: 978-989-8888-59-4.Resumo: Quantos de nós vivemos numa Casa Amarela?Está na hora de irmos lá para fora, onde a vida está a acontecer. Onde os pássaros cantam nas árvores, as árvores abraçam o céu, o céu suspira nos rios, os rios são bebidos pelas flores, as flores são cheiradas pelas abelhas. Está na hora de irmos lá para fora, onde a vida está a acontecer. "A Casa Amarela" é sobretudo uma história de contrastes. Uma casa cheia de espaço onde vive uma família de palavras absolutamente vazias de significado. Existem palavras para todos os gostos, mas cada uma vive para si mesma, sozinha, isolada, por vezes até escondida nos lugares escuros e poeirentos onde não há vida, sem qualquer vontade de se juntar e nem de ir lá para fora em busca do sentido da sua existência.Assunto - Nome comum: Literatura portuguesa infantil -- Conto | Família| Tipo de documento | Localização | Biblioteca de inscrição | Cota | Estado | Data de devolução | Código de barras |
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Biblioteca Municipal de Lagoa | Biblioteca Municipal de Lagoa | 8 CAS (Ver prateleira) | Disponível | D00000077438 |
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| 8 CAN A cobra Marilú | 8 CAR BAN O bando das cavernas | 8 CAR CLU O clube de talentos | 8 CAS A casa amarela | 8 CAS O patinho feio | 8 CAV O cavaleiro da Dinamarca | 8 CAW FIV I Five nights at Freddy's |
Quantos de nós vivemos numa Casa Amarela?Está na hora de irmos lá para fora, onde a vida está a acontecer. Onde os pássaros cantam nas árvores, as árvores abraçam o céu, o céu suspira nos rios, os rios são bebidos pelas flores, as flores são cheiradas pelas abelhas. Está na hora de irmos lá para fora, onde a vida está a acontecer.
"A Casa Amarela" é sobretudo uma história de contrastes. Uma casa cheia de espaço onde vive uma família de palavras absolutamente vazias de significado. Existem palavras para todos os gostos, mas cada uma vive para si mesma, sozinha, isolada, por vezes até escondida nos lugares escuros e poeirentos onde não há vida, sem qualquer vontade de se juntar e nem de ir lá para fora em busca do sentido da sua existência
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